quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Alma das flores – quando as flores morrem, os perfumes emigram para as belas, trocam lábios de virgens - por boninas, trocam lírios - por seios de donzelas! E ali - silfos travessos, traiçoeiros, voam cantando em lânguido compasso, ocultos nesses cálices macios das covinhas de um rosto ou dum regaço. Castro Alves

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